“Esses costumes também podem afetar a forma como construímos nossas memórias. (…) as lembranças se formam a partir das experiências sensoriais que vivemos: sons, cheiros, temperaturas, texturas e sensações corporais. Quando estamos realmente presentes, nosso cérebro registra essas informações e as transforma em recordações. É por isso que um cheiro de café pode trazer à mente a lembrança da casa da avó ou que o som de uma música pode nos transportar para um momento específico da vida. Mas, se a atenção está voltada para a câmera ou para a publicação que virá depois, parte dessa experiência sensorial se perde. “Se não estamos realmente presentes, ela pode não seguir o caminho natural para se consolidar”. Isso não significa que fotografar seja um problema em si. (…) A diferença está na intenção e na intensidade desse registro.”
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